
Bem...
Como dizer, contar tentar explicar... minha cabeça pulsante...
Frenética...
... Na madrugada, adentro
com a ilusão de uma noite de sono.
Nunca sei quando vai acontecer me viro pro lado...
.... Pro outro
Na TV sleep 120, braço embaixo do travesseiro, olhar difuso corre as paredes do quarto
...de repente, “click” "" ...ai começa
...pensamentos, fragmentos,
a verdadeira dissecação noturna, frustrações&alegrias vividas ou não...
com a cabeça a mil, crio vilões e mocinhos, reconto minha história,
repasso mentalmente passo a passo... repassando por onde só eu passei;
Tentando achar uma brecha uma fuga, será? É isso que eu quero? Não sei;
olho-me no espelho do banheiro com a cara inchada PATÉTICA, conversando comigo...
Olho no olho pra não mentir pra mim mesmo, confusão tamanha, que nem sei qual dos dois EU está certo, qual é mais coerente... bem... na real... nem sei!
como se isso não bastasse, me transporto para um terceiro “ EU” analisando a cena, um interlocutor de mim mesmo.
Consciência pesada? Medo? Preocupações? Dissabores?
Diria uma mistura de tudo, torno minha insônia parte de mim, na madrugada fico "altas horas" revivendo meu "Arquivo Morto" sapeando canais, assaltando a geladeira devorando a ansiedade, ansioso pra que o sono chegue...
alguém ai tem um sossega Leão?
Assim só assim me mostro pra mim mesmo frágil, cru, nú&confuso, reavaliando meus atos.
Cada silaba pronunciada por mim, tentando saber como silabas soltas no ar que reverberam nos ouvidos de quem está por perto, certas coisas entraram nos meus tímpanos e não saíram mais, caminham por minhas veias pulsando minha incertezas.
raspo minha barba, corto meu cabelo, com água fria na cara! - Me convence que isso tudo é real!
Pálpebras pesam...
...fecha...
tentando espantar fantasmas, espanto com cuidado para não me perder de mim;
...Abre...
...com a luz do dia, vem junto o sono&exausto entrevejo a parede do meu quarto.. Fecha
... Abre de vagar...
Entre as pálpebras vejo a primeira menção de luz do dia e com ela acariciando meu rosto adormeço consolado pela manha gelada.
Como dizer, contar tentar explicar... minha cabeça pulsante...
Frenética...
... Na madrugada, adentro
com a ilusão de uma noite de sono.
Nunca sei quando vai acontecer me viro pro lado...
.... Pro outro
Na TV sleep 120, braço embaixo do travesseiro, olhar difuso corre as paredes do quarto
...de repente, “click” "" ...ai começa
...pensamentos, fragmentos,
a verdadeira dissecação noturna, frustrações&alegrias vividas ou não...
com a cabeça a mil, crio vilões e mocinhos, reconto minha história,
repasso mentalmente passo a passo... repassando por onde só eu passei;
Tentando achar uma brecha uma fuga, será? É isso que eu quero? Não sei;
olho-me no espelho do banheiro com a cara inchada PATÉTICA, conversando comigo...
Olho no olho pra não mentir pra mim mesmo, confusão tamanha, que nem sei qual dos dois EU está certo, qual é mais coerente... bem... na real... nem sei!
como se isso não bastasse, me transporto para um terceiro “ EU” analisando a cena, um interlocutor de mim mesmo.
Consciência pesada? Medo? Preocupações? Dissabores?
Diria uma mistura de tudo, torno minha insônia parte de mim, na madrugada fico "altas horas" revivendo meu "Arquivo Morto" sapeando canais, assaltando a geladeira devorando a ansiedade, ansioso pra que o sono chegue...
alguém ai tem um sossega Leão?
Assim só assim me mostro pra mim mesmo frágil, cru, nú&confuso, reavaliando meus atos.
Cada silaba pronunciada por mim, tentando saber como silabas soltas no ar que reverberam nos ouvidos de quem está por perto, certas coisas entraram nos meus tímpanos e não saíram mais, caminham por minhas veias pulsando minha incertezas.
raspo minha barba, corto meu cabelo, com água fria na cara! - Me convence que isso tudo é real!
Pálpebras pesam...
...fecha...
tentando espantar fantasmas, espanto com cuidado para não me perder de mim;
...Abre...
...com a luz do dia, vem junto o sono&exausto entrevejo a parede do meu quarto.. Fecha
... Abre de vagar...
Entre as pálpebras vejo a primeira menção de luz do dia e com ela acariciando meu rosto adormeço consolado pela manha gelada.

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