
Tenho que concordar com meu amigo que escreve no COMVODKA, o celular vem a ser uma arma branca, letal... Metaforicamente falando.
Ah...
Cada ligação que poderiam ser evitadas, e com elas tantos problemas mentais a menos teríamos.
Temos ai á oportunidade de explanar sobre vários tipos de atos Patéticos, e incorrigíveis.
Usando como start para esse “discurso”, comentar sobre o fato, BebidaXCelular!
Prato cheio!
Esse é um caso clássico, acredito que deve atingir com maior intensidade a classe masculina, pois nós mulheres, raramente precisamos beber, pra tomar esse tipo de atalho “cretino”.
situação clássica:
- Ele, do alto de sua quinta ou sexta dose de uma bebida qualquer, começa a remoer algum tipo de angustia patética, relacionada claro, a sua ex, sua atual, sua amante... sua alguma coisa! Ele com sua arma letal, no bolso, comete o ato insano de discar...
ah, se o álcool nesse momento falasse menos que sua mente pensante.
Certamente não acordaria com uma baita ressaca moral, por ter se declaro... ou ofendido, desmedidamente sua amada, na tentativa de chamar sua atenção, que burrada!
Agora era tarde, ele falara o que não queria, ou o que queria, mas de forma errada, na hora errada, é triste... e tudo isso, não pelo amor, não pela dor que ele sentia ou angustia, nem mesmo pelo efeito de seu excesso alcoólico, mas sim, por ser um portador dessa “arma letal”.
Mas não apenas nesse exemplo podemos nos ater, veja:
- Ela, do alto de sua total falta de limites, acorda com uma baita saudade do “infeliz”, depois de uma briga, ela com sua arma letal, suicida-se! Pobre moça!
Ah, se a noite entre a briga e esse sentimento incontrolavel, tivera feito o resultado esperado, tivera feito no mínimo sua parte, ela teria mais “dignidade” ao termino desse novo dia.
Certamente não sofreria tantas dores no estomago, não teria súbitos ataques a geladeira, ou coisas do gênero, por tentar tantas e tantas vezes falar com o “infeliz” em questão, ela começa pensando: “ligarei apenas uma vez, e ficaremos bem”...
Quando isso acontece, ótimo! Mas... Raramente isso acontece,
Vejo o telefone tocar uma, duas, três, quatro... tantas vezes... ah, que desespero, ela, não é burra, sabe que todo e qualquer aparelho registra uma ligação, e mesmo assim, se pega ligando consecutivamente por horas, sem obter a menor atenção. Nesse momento, já não mais pelo amor ou pela saudade, pelo desejo de reconciliação, nem mesmo pelo desejo incontrolável de falar poucas e boas, mas pelo simples fato de possuir a tal “arma letal”.
Seria o caso de não adquirirmos nossos tão queridos Celulares???
Bom! é fato que em sua ausência, o sofrimento, tomaria indiscutivelmente proporções menores, digo mais... muitos problemas “mentais” não existiriam.
Ah...
Cada ligação que poderiam ser evitadas, e com elas tantos problemas mentais a menos teríamos.
Temos ai á oportunidade de explanar sobre vários tipos de atos Patéticos, e incorrigíveis.
Usando como start para esse “discurso”, comentar sobre o fato, BebidaXCelular!
Prato cheio!
Esse é um caso clássico, acredito que deve atingir com maior intensidade a classe masculina, pois nós mulheres, raramente precisamos beber, pra tomar esse tipo de atalho “cretino”.
situação clássica:
- Ele, do alto de sua quinta ou sexta dose de uma bebida qualquer, começa a remoer algum tipo de angustia patética, relacionada claro, a sua ex, sua atual, sua amante... sua alguma coisa! Ele com sua arma letal, no bolso, comete o ato insano de discar...
ah, se o álcool nesse momento falasse menos que sua mente pensante.
Certamente não acordaria com uma baita ressaca moral, por ter se declaro... ou ofendido, desmedidamente sua amada, na tentativa de chamar sua atenção, que burrada!
Agora era tarde, ele falara o que não queria, ou o que queria, mas de forma errada, na hora errada, é triste... e tudo isso, não pelo amor, não pela dor que ele sentia ou angustia, nem mesmo pelo efeito de seu excesso alcoólico, mas sim, por ser um portador dessa “arma letal”.
Mas não apenas nesse exemplo podemos nos ater, veja:
- Ela, do alto de sua total falta de limites, acorda com uma baita saudade do “infeliz”, depois de uma briga, ela com sua arma letal, suicida-se! Pobre moça!
Ah, se a noite entre a briga e esse sentimento incontrolavel, tivera feito o resultado esperado, tivera feito no mínimo sua parte, ela teria mais “dignidade” ao termino desse novo dia.
Certamente não sofreria tantas dores no estomago, não teria súbitos ataques a geladeira, ou coisas do gênero, por tentar tantas e tantas vezes falar com o “infeliz” em questão, ela começa pensando: “ligarei apenas uma vez, e ficaremos bem”...
Quando isso acontece, ótimo! Mas... Raramente isso acontece,
Vejo o telefone tocar uma, duas, três, quatro... tantas vezes... ah, que desespero, ela, não é burra, sabe que todo e qualquer aparelho registra uma ligação, e mesmo assim, se pega ligando consecutivamente por horas, sem obter a menor atenção. Nesse momento, já não mais pelo amor ou pela saudade, pelo desejo de reconciliação, nem mesmo pelo desejo incontrolável de falar poucas e boas, mas pelo simples fato de possuir a tal “arma letal”.
Seria o caso de não adquirirmos nossos tão queridos Celulares???
Bom! é fato que em sua ausência, o sofrimento, tomaria indiscutivelmente proporções menores, digo mais... muitos problemas “mentais” não existiriam.

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