
Há tempos, não vivo de ti,
Hoje vivo de mim!
E aprendendo a viver de mim,
que ironia...
Encontro-me a Ti!
Quantos mistérios... Quantas voltas...
Quantas pedras precisei rancar a duras penas, do caminho.
Vendo as mãos escorrerem em sangue, e o suor, entupir os poros,
De tanta força, de tanto esforço,
Para fazer desse caminho, menos duro, mais sereno.
Agora, sem tantos pedregulhos, injustos, mal intencionados,
Podendo olhar a diante, que seja apenas alguns passos à frente,
Ah! Já é tanto...
Pra quem se via em tão grande breu,
Onde os raios de luz não alcançavam,
Onde a leve brisa não tocava.
Breu que tortura, que esconde as possibilidades...
Falta de brisa tamanha, a ponto de sufocar!
Ah, como doe a falta de ar!
Percebo como é belo, esse “novo” caminho que vejo,
não que seja novo... Mas que seja livre!
Livre pra viver,
Hoje vivo de mim!
E aprendendo a viver de mim,
que ironia...
Encontro-me a Ti!
Quantos mistérios... Quantas voltas...
Quantas pedras precisei rancar a duras penas, do caminho.
Vendo as mãos escorrerem em sangue, e o suor, entupir os poros,
De tanta força, de tanto esforço,
Para fazer desse caminho, menos duro, mais sereno.
Agora, sem tantos pedregulhos, injustos, mal intencionados,
Podendo olhar a diante, que seja apenas alguns passos à frente,
Ah! Já é tanto...
Pra quem se via em tão grande breu,
Onde os raios de luz não alcançavam,
Onde a leve brisa não tocava.
Breu que tortura, que esconde as possibilidades...
Falta de brisa tamanha, a ponto de sufocar!
Ah, como doe a falta de ar!
Percebo como é belo, esse “novo” caminho que vejo,
não que seja novo... Mas que seja livre!
Livre pra viver,
- Veja!!! Posso respirar, e de longe... bem de longe... posso ver,
numa pequena fresta... um ponto luz.
Já não vivo de ti,
hoje vivo de mim,
hoje vivo de mim,
E transpostas tantas pedras, vendo e sentindo, a leve brisa me tocar, e a sombra se ascender...
Nossa...
Elas se parecem tanto com você.

como diria Tim Maia... "paixao antiga sempre mexe com a gente"
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