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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Desabafo em Vão

Sinto uma vontade enorme de falar e não consigo descobrir sobre o que.
Gostaria de sussurrar minhas idéias malucas, minha duvidas eternas, minhas certezas momentânea, minhas crises diárias em um deslocamento de vento, fosse ao menos uma brisa, e que esses sussurros navegantes em ventos e pudessem carregar com eles boa parte do que lhes foi dito, pra bem longe, pra nunca mais ecoarem dentro de mim, ou pra perto, onde a pessoa certa pudesse me fazer ouvir.
Muito mais fácil seria GRITAR...
Gritar como se estivesse num grande vazio, onde o som ecoasse, e se repetissem tantas e tantas vezes que talvez minha mente entendesse, palavras estas, que sairiam como ferras enjauladas e famintas e desesperadas por sua segurança selvagem.
Ou talvez como um grito em meio a uma multidão...
Já gritei na multidão, você parece esta invisível, ninguém é capaz de ouvir, nem mesmo você. Sua garganta chora a dor do grito, é possível apenas sentir, e impossível reconhecer com exatidão as notas pronunciada nesse imenso vazio, chamado multidão.
É um desabafo em vão...
O desabafo em vão, é o que me lança a esses momentos de intensa reflexão, e nenhum resultado, nem mesmo as milhares de linhas que escrevo, a frente de um computador são capazes de descrever o que realmente me propus a dizer, por vezes penso ser inútil tentar, mas se o vento é incapaz de transportar meus sussurros, se o grito não liberta e nem se faz ouvir, eu temo que apenas as palavras mal escritas cheguem a algum lugar.

domingo, 9 de maio de 2010

Rumo ao dia dos
PATETICOS
.

Mertiolate, Please!

Demorei pra começar a deixar cicatrizar feridas profundas que a tempos me ardiam a carne, feridas que alem de não secarem, volta e meia eu tornava a cutucar, e o pior é que cada vez mais fundo, como se enfiar o dedo na ferida e arrancar aquela casquinha pequena, de uma película frágil e que custara tanto a se formar, fosse me ajudar em alguma coisa, quanta burrice, será que ninguém nunca me falo que em cicatrizes a gente não mexe pra que ela feche e suma mais rápido?
Ok, talvez muitas pessoas tenham me falado, mas sabe como são as crianças, sempre esperam aquele machucado começar a melhorar pra rançar a casca, o motivo, não sei dizer! Assim fui eu por muito tempo, pra não dizer anos!
Retirando casquinha após casquinha, cutucando e aprofundando cada vez mais, uma ferida que com o tempo, deixara de ser curada naturalmente, para se tornar um problema crônico, quase incurável, sendo necessário, talvez quem sabe, recorrer ao triste e doloroso recurso de amputação, chegando ao ponto de se constatar que, sim!!! Melhor viver sem esse membro, sem essa parte, do que permanecer a prejudicar, algo que já caminha pra caso sem solução.
Entretanto, quando se chega ao ponto de não haver solução é que as coisas se ajeitam, pois, se não há solução, ora o que se vai fazer, o ideal e o natural, é que se encare o problema de frente, e deixe de procurar soluções e saídas, afinal não existe remédio, logo, remediado está, assim dizem os mais experientes, quem sou eu para questionar, tal argumento??
Então assim me encontro, me enquadro em um quadro de total readaptação, já conformando-me com a ausência dessa parte, desse “membro” que compunha minha vida, minha alma, meu corpo, e que por muito tempo, fizera parte integrante e fundamental, que me completava.
E mesmo nessa situação, á que se admitir! A vida, ela segue, seja sem um dedo, sem um braço, muitas vezes sem um rim, partes importantes de nosso corpo são retiradas, e a base de muito esforço seguimos a diante, e encontramos formas de viver... novas formas de viver!
O importante é adaptar-se a essa nova realidade, e entender que o que se foi, ou o que se teve, jamais ira voltar, afinal está longe se ser o Mcfly, em De Volta para o Futuro, e não podemos voltar no tempo e modificá-lo, para nós, mortais sofridos, apenas a opção de adaptação, seja ao que for.

domingo, 4 de abril de 2010

Sonho?

Medo de acordar!

Sonho?

Ilusão?

Melhor descobrir logo?

As duvidas prevalecem....

mas mesmo assim!

é bom voltar a Sonhar!

a vida sem sonho andava bem sem graça.

O bom é sentir-se vivo, e estou!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Chorinho para Amiga

Se fosses louca por mim, ah eu dava pantana, eu corria na praça, eu te chamava para ver o afogado. Se fosses louca por mim, eu nem sei, eu subia na pedra mais alto, altivo e parado, vendo o mundo pousado a meus pés. Oh, por que não me dizes, morena, que és louca varrida por mim? Eu te conto um segredo, te levo à boate, eu dou vodca pra você beber! Teu amor é tão grande, parece um luar, mas lhe falta a loucura do meu. Olhos doces os teus, com esse olhar de você, mas por que tão distante de mim? Lindos braços e um colo macio, mas porque tão ausentes dos meus? Ah, se fosses louca por mim, eu comprava pipoca, saía correndo, de repente me punha a cantar. Dançaria convosco, senhora, um bailado nervoso e sutil. Se fosses louca por mim, eu me batia em duelo sorrindo, caía a fundo num golpe mortal. Estudava contigo o mistério dos astros, a geometria dos pássaros, declamando poemas assim: "Se eu morresse amanhã... Se fosses louca por mim... ". Se você fosse louca por mim, ô maninha, a gente ia ao Mercado, ao nascer da manhã, ia ver o avião levantar. Tanta coisa eu fazia, ó delícia, se fosses louca por mim! Olha aqui, por exemplo, eu pegava e comprava um lindo peignoir pra você. Te tirava da fila, te abrigava em chinchila, dava até um gasô pra você. Diz por que, meu anjinho, por que tu não és louca-louca por mim? Ai, meu Deus, como é triste viver nesta dura incerteza cruel! Perco a fome, não vou ao cinema, só de achar que não és louca por mim. (E no entanto direi num aparte que até gostas bastante de mim...). Mas não sei, eu queria sentir teu olhar fulgurar contra o meu. Mas não sei, eu queria te ver uma escrava morena de mim. Vamos ser, meu amor, vamos ser um do outro de um modo total? Vamos nós, meu carinho, viver num barraco, e um luar, um coqueiro e um violão? Vamos brincar no Carnaval, hein, neguinha, vanios andar atrás do batalhão? Vamos, amor, fazer miséria, espetar uma conta no bar? Você quer quer eu provoque uma briga pra você torcer muito por mim? Vamos subir no elevador, hein, doçura, nós dois juntos subindo, que bom! Vamos entrar numa casa de pasto, beber pinga e ceveja e xingar? Vamos, neguinha, vamos na praia passear? Vamos ver o dirigível, que é o assombro nacional? Vamos, maninha, vamos, na rua do Tampico, onde o pai matou a filha, ô maninha, com a tampa do maçarico? Vamos maninha, vamos morar em jurujuba, andar de barco a vela, ô maninha, comer camarão graúdo? Vem cá, meu bem, vem cá, meu bem, vem cá, vem cá, vem cá, se não vens bem depressinha, meu bem, vou contar para o seu pai. Ah, minha flor, que linda, a embriaguez do amor, dá um frio pela espinha, prenda minha, e em seguida dá calor. És tão linda, menina, se te chamasses Marina, eu te levava no banho de mar. És tão doce, beleza, se te chamasses Teresa, eu teria certeza, meu bem. Mas não tenho certeza de nada, ó desgraça, ó ruína, ó Tupá! Tu sabias que em ti tem taiti, linda ilha do amor e do adeus? tem mandinga, tem mascate, pão-de-açúcar com café, tem chimborazo, kamtchaka, tabor, popocatepel? tem juras, tem jetaturas e até danúbios azuis, tem igapós, jamundás, içás, tapajós, purus! – tens, tens, tens, ah se tens! tens, tens tens, ah se tens! Meu amor, meu amor, meu amor, que carinho tão bom por você, quantos beijos alados fugindo, quanto sangue no meu coração! Ah, se fosses louca por mim, eu me estirava na areia, ficava mirando as estrelas. Se fosses louca por mim, eu saía correndo de súbito, entre o pasmo da turba inconsútil. Eu dizia : Woe is me! Eu dizia: helàs! pra você… Tanta coisa eu diria que não há poesia de longe capaz de exprimir. Eu inventava linguagem, só falando bobagem, só fazia bobagem, meu bem. Ó fatal pentagrama, ó lomas valentinas, ó tetrarca, ó sevícia, ó letargo! Mas não há nada a fazer, meu destino é sofrer: e seria tão bom não sofrer. Porque toda a alegria tua e minha seria, se você fosse louca por mim… Mas você não é louca por mim... Mas você não é louca por mim...
[Vinicius de Moraes]

quarta-feira, 24 de março de 2010

Preciso dizer que te Amo





Quando a gente conversa
Contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer
Me dá um medo, que medo

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
É, eu preciso dizer que eu te amo tanto

E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar do teu lado
Você me chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
E nessa novela eu não quero
Ser teu amigo

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
É, eu preciso dizer que eu te amo tanto

Eu já nem sei se eu tô misturando
Eu perco o sono
Lembrando em cada riso teu
Qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira
A noite inteira

Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo tanto

[Dé, Bebel, Cazuza]



segunda-feira, 22 de março de 2010

o Amor não tira Férias




Destaque nessa cena para:

“Eu sei como é se sentir extremamente pequena e insignificante
E como isso dói em lugares que você nem sabia que existiam em você
E não importa quantos cortes de cabelo,
quantas academias você freqüenta,
Ou quantas garrafas você toma com suas amigas.
Você continua indo pra cama todas as noites repassando todos os detalhes
E se pergunta o que fez de errado, ou como pode ter entendido errado
Ou como pode imaginar que era tão feliz?”

sexta-feira, 19 de março de 2010

Controle sem Controle Parte II

É desesperador!
Nossa,
como é terrível o incomodo que se espalha pelo corpo, de ponta a ponta
Uma sensação de total falta de concentração, de limites próprios, uma falta de empenho pelas coisas simples corriqueiras do dia a dia, sem falar na já mencionada ansiedade.
ai... quantos sintomas, pareço não caber em mim mesma, nem em meu corpo, nem em minha alma, em casa, no mundo...
acho que não estou cabendo no mundo! Não há lugar.
Tudo muito grande, em borbulhas, sem limites e incontroláveis, um ódio, uma irá, uma impotência pra resolver da forma que gostaria, falta de pulso, nossa... como sou incompetente! não consigo dar limites a mim mesma, limitar minha própria vida.
É duro quando a solução pra seus problemas não depende exclusivamente de si mesmo, depender de terceiros é um castigo, depender é estar fadado a esperas, geralmente inúteis, principalmente se o que se deseja e espera desse terceiro é algo que este, não pode te fornecer, não com o tempo que se está disposto a esperar.
Ai a espera!
Vendo os segundos brincarem enquanto pulam de um para outro, vendo os minutos, vagarosamente rastejar, como se uma década, fosse sua marca de chegada e transição, vendo as horas se transformarem em vidas inteiras, sofridas, que nos estafam, nos derruba a aparência, os cabelos e os dentes.
Ah, maldito tempo, que não trabalha a nosso favor em momento algum, quando se deseja algo dele, ele nos presenteia com o total oposto, oh... que adorável presente.
Não adianta imaginar, como gostaria que as coisas fossem elas são como devem ser, realidade geralmente intragável, difícil de engolir, como um alimento nada saboroso, ou um xarope amargo, e que deixa seus vestígios em cada canto da boca e garganta.
Imaginar é como um sonho bom...
e assim como dos sonhos, sempre acordamos, por muitas vezes na melhor parte.
O que são os desejos, por que tem tanta força sobre nós?
Ah, mas que bobagem, sejamos realistas, por que os desejos tem tanta força sobre mim? Afinal isso tudo é sobre mim, sobre minhas esperanças, sonhos, ansiedades e desejos...
muitos desejos, não realizados.
Os desejos são a verdadeira causa de toda essa loucura, falta e excesso de sentidos, a falta de controle, e a imaginação, é o gancho de esquerda, que te acerta, sem dó, e o resultado é esse confuso e perturbado desabafo, uma mente que borbulha, por não poder exercer o que o corpo a mente e o resto desejam, imaginam, anseiam, com total força, entretanto sem resultado algum.

Quanto esforço inútil.
Essa é mais uma Sexta Feira.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Marisa Monte







A Sua

Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que mais eu te adoro cada vez
E que eu te quero sempre em paz

Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como vai o tempo e vem o vento

Eu só quero que você caiba
No meu colo
Mais Porque eu te adoro cada vez
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás

Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como vai o tempo e vem o vento

Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Mas te quero livre também
Como vai o tempo e vem o vento
E que eu te quero livre também
Como vai o tempo e vem o vento



[Marisa Monte]







quarta-feira, 17 de março de 2010

a HORA do PLANETA


Também somos conscientes...
apesar de Patéticos!
Como podemos utilizar, da melhor maneira essa Hora inteira destinada a uma manifestação de tão boa intenção?
Podemos unir o útil e necessário dever cidadão á nossa total entrega ao agradável.
Como?
Desfrutando de um belo jantar romântico por exemplo, com uma pessoa especial, claro! Regado a uma boa música (do celular), luz de velas... Degustando uma ou outra bobeirinha, saboreando um belo vinho tinto, podendo observar pela janela, a “total” falta de luz, que realça as estrelas no céu, e a possível lua cheia que nos brindara nessa ocasião!
Ah! Meus queridos patéticos, têm coisa melhor?
Certamente, irão ficar muito mais que uma hora, aproveitando essa ocasião.
E dessa forma, nós, também podemos e iremos contribuir com essa bela causa, aproveitando bem a nosso modo.


Portanto não esqueça:


Dia 27 de Março, entre 20h30 e 21h30

Diversos ícones do País serão apagados por uma hora para mostrar a nossa preocupação com o aquecimento global.


Faça sua Parte também!


Essa é a Hora do Planeta.

Desconfiança

Querer do fundo de seu coração confiar, é encontrar uma barreira tão grande quanto uma muralha firme e intransponível, a Desconfiança.
Ouvir e mesmo assim, conseguir imaginar dez outras possibilidades de verdades, criando roteiros inteiros, estórias perfeitas que se casam de maneira tão mais fácil do que o que escutamos como verdade.
Depois que a confiança se quebra, como recuperá-la?
Como acreditar?
Como garantir que não se esta sendo enganado novamente?
Por que essa nova estória pode ser verdade, enquanto todas outras eram mentira?
Existe maneira de mudança nesse sentido?
São muitas questões, que englobam a questão Desconfiança. Nos torturamos tentando adivinhar o impossível, afinal esta provado que se alguém mentiu uma vez, pode voltar a mentir, se ela mentiu muitas vezes... muito pior! os fatos depõem contra as pessoas sempre, nosso passado nos condenara.
Mas... e quanto ao privilegio da duvida:
-E se as coisas mudaram???
Quando nos propomos a experimentar essa sensação somos nobres sofredores, pois muita dor pode causa, mas existe a chance de sucesso, o problema é como descobrimos se teremos ou não o tal sucesso esperado.
Querer do fundo do coração acreditar não é tudo, e nem sempre é suficiente!
Sem mais!
Um post ruim pra um dia ruim!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Ainda que...

... ela finja que nada aconteceu,
ainda que ela consiga olhar dentro dos olhos dele e não lembrar da quantidade de água que saiu dos dela por culpa dele,
ainda que ela não ouça mais certas músicas e lembre dele,
ainda que a raiva que ela sente da idiotice que ele fez passe,
ainda que ela não queira mais se esconder,
que não se importe em contar pra ele como está a sua vida,
que ela não tenha medo dele estragá-la,
ainda que ela volte a se sentir dele,
que ela não sinta mais vontade de nunca mais olhar pra ele,
ainda que ela não ache mais que ela pode ser feliz com outras pessoas ou sozinha,
mas só com ele,
ainda que ela olhe pra ele e pense que ela não deveria sentir o que ela sente,
que ela deveria ser maior do que tudo isso,
que ela deveria deixar pra lá,
aí... ainda que ouvir o nome dele volte a colocar um sorriso no seu rosto,
ainda que o mundo acabe,
existirá sempre esse abismo enorme entre os dois,
que é a diferença infinita da definição de amor dela para a dele.

Mais em [Nessecidades Prementes]

sexta-feira, 12 de março de 2010

Turbulência mental

Pensei varias vezes sobre como melhorar e concluir esse texto, de maneira que quase desisto, entretanto, um bom amigo veio a me dizer uma frase que caiu como uma luva para esse caso, e é muito provável que eu faça uso dessa teoria muitas vezes nesse blog, ele disse:

“A poesia, encontra seu próprio fim”
(por Djavan o Consultor)

Não que eu escreva poemas, longe de mim, mas me reservei o direito de interpretar da melhor maneira essa frase, e descobri que as vezes o melhor esta em não aprimorar, ou procurar um “gran finale”, as vezes, o melhor é o que temos, e por incrível que pareça, acho que isso se aplica na vida tambem!

Pois bem, esse que se segue, é o post de hoje, sem gran finale, nem maiores reparos, pois, nele esta tudo o que era pra ser dito, sem querer,

encontrei seu começo, meio e fim.

Seria eu, um ser alienígena ou apenas diferente das demais pessoas, talvez eu seja na verdade igualzinha a todas, ou seja, apenas mais Um!

Não sei o que me apavora mais das duas possibilidades, ora!
Ser um alienígena, certamente não deve ser fácil, tantas as diferenças e dificuldades de entendimento e se fazer entender, objetivos e metas, comportamento, pensamentos, tudo muito especifico, de sua própria natureza, tudo interno, pessoal, fechado.

Entretanto, ser mais “Um”

Ah! Mais um é mais um, como no sistema "Fordista", uma seqüência de seres iguais, de peças e matéria prima idêntica, conteúdo sem diferencial, Pa-dro-ni-za-do, não se destaca, não se impõe, não incomoda nem desperta maiores emoções.

Escolhas difíceis, diagnósticos mais ainda,

Entre ser diferente e ser mais um, eu diria que Raul Seixas fez a escolha certa, e foi um dos caras, mais fantasticamente inteligentes que já ouvi falar, pois certamente eu prefiro ser uma Metamorfose Ambulante, assim como ele.

Claro!...

Em vários momentos me vejo entre todos, sendo mais um, mas são muitos os momentos em que a total falta de enquadramento social, me torna um autentico alienígena, estranho, diferente, único!

Essa instabilidade seria facilmente justificada no fato de ser mulher, e está é uma característica inerente a essa “raça”, afinal mulheres são confusas, perturbadas, impulsivas... ai, são tantas as facetas que preenchem o ser feminino, que não causaria estranheza alguma, essa constatação.

De maneira que bem respaldada nessa teoria, eu poderia acabar com meus pensamentos e meus questionamentos internos, o fato é que não me sinto satisfeita com a teoria, o que seria mais uma marca feminina? ou traços dessa personalidade confusa, e em estado de total caos interno?

É jamais saberei qual a resposta,

se alienígena ou se mais um...

quinta-feira, 11 de março de 2010

Noites a Fio


Bem...

Como dizer, contar tentar explicar... minha cabeça pulsante...
Frenética...

... Na madrugada, adentro
com a ilusão de uma noite de sono.
Nunca sei quando vai acontecer me viro pro lado...

.... Pro outro

Na TV sleep 120, braço embaixo do travesseiro, olhar difuso corre as paredes do quarto
...de repente, “click” "" ...ai começa

...pensamentos, fragmentos,

a verdadeira dissecação noturna, frustrações&alegrias vividas ou não...
com a cabeça a mil, crio vilões e mocinhos, reconto minha história,
repasso mentalmente passo a passo... repassando por onde só eu passei;
Tentando achar uma brecha uma fuga, será? É isso que eu quero? Não sei;

olho-me no espelho do banheiro com a cara inchada PATÉTICA, conversando comigo...
Olho no olho pra não mentir pra mim mesmo, confusão tamanha, que nem sei qual dos dois EU está certo, qual é mais coerente... bem... na real... nem sei!

como se isso não bastasse, me transporto para um terceiro “ EU” analisando a cena, um interlocutor de mim mesmo.

Consciência pesada? Medo? Preocupações? Dissabores?

Diria uma mistura de tudo, torno minha insônia parte de mim, na madrugada fico "altas horas" revivendo meu "Arquivo Morto" sapeando canais, assaltando a geladeira devorando a ansiedade, ansioso pra que o sono chegue...
alguém ai tem um sossega Leão?

Assim só assim me mostro pra mim mesmo frágil, cru, nú&confuso, reavaliando meus atos.
Cada silaba pronunciada por mim, tentando saber como silabas soltas no ar que reverberam nos ouvidos de quem está por perto, certas coisas entraram nos meus tímpanos e não saíram mais, caminham por minhas veias pulsando minha incertezas.
raspo minha barba, corto meu cabelo, com água fria na cara! - Me convence que isso tudo é real!

Pálpebras pesam...

...fecha...

tentando espantar fantasmas, espanto com cuidado para não me perder de mim;

...Abre...

...com a luz do dia, vem junto o sono&exausto entrevejo a parede do meu quarto.. Fecha

... Abre de vagar...
Entre as pálpebras vejo a primeira menção de luz do dia e com ela acariciando meu rosto adormeço consolado pela manha gelada.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Telefonemas


Tenho que concordar com meu amigo que escreve no COMVODKA, o celular vem a ser uma arma branca, letal... Metaforicamente falando.
Ah...
Cada ligação que poderiam ser evitadas, e com elas tantos problemas mentais a menos teríamos.
Temos ai á oportunidade de explanar sobre vários tipos de atos Patéticos, e incorrigíveis.
Usando como start para esse “discurso”, comentar sobre o fato, BebidaXCelular!
Prato cheio!
Esse é um caso clássico, acredito que deve atingir com maior intensidade a classe masculina, pois nós mulheres, raramente precisamos beber, pra tomar esse tipo de atalho “cretino”.
situação clássica:
- Ele, do alto de sua quinta ou sexta dose de uma bebida qualquer, começa a remoer algum tipo de angustia patética, relacionada claro, a sua ex, sua atual, sua amante... sua alguma coisa! Ele com sua arma letal, no bolso, comete o ato insano de discar...
ah, se o álcool nesse momento falasse menos que sua mente pensante.
Certamente não acordaria com uma baita ressaca moral, por ter se declaro... ou ofendido, desmedidamente sua amada, na tentativa de chamar sua atenção, que burrada!
Agora era tarde, ele falara o que não queria, ou o que queria, mas de forma errada, na hora errada, é triste... e tudo isso, não pelo amor, não pela dor que ele sentia ou angustia, nem mesmo pelo efeito de seu excesso alcoólico, mas sim, por ser um portador dessa “arma letal”.
Mas não apenas nesse exemplo podemos nos ater, veja:
- Ela, do alto de sua total falta de limites, acorda com uma baita saudade do “infeliz”, depois de uma briga, ela com sua arma letal, suicida-se! Pobre moça!
Ah, se a noite entre a briga e esse sentimento incontrolavel, tivera feito o resultado esperado, tivera feito no mínimo sua parte, ela teria mais “dignidade” ao termino desse novo dia.
Certamente não sofreria tantas dores no estomago, não teria súbitos ataques a geladeira, ou coisas do gênero, por tentar tantas e tantas vezes falar com o “infeliz” em questão, ela começa pensando: “ligarei apenas uma vez, e ficaremos bem”...
Quando isso acontece, ótimo! Mas... Raramente isso acontece,
Vejo o telefone tocar uma, duas, três, quatro... tantas vezes... ah, que desespero, ela, não é burra, sabe que todo e qualquer aparelho registra uma ligação, e mesmo assim, se pega ligando consecutivamente por horas, sem obter a menor atenção. Nesse momento, já não mais pelo amor ou pela saudade, pelo desejo de reconciliação, nem mesmo pelo desejo incontrolável de falar poucas e boas, mas pelo simples fato de possuir a tal “arma letal”.
Seria o caso de não adquirirmos nossos tão queridos Celulares???
Bom! é fato que em sua ausência, o sofrimento, tomaria indiscutivelmente proporções menores, digo mais... muitos problemas “mentais” não existiriam.

terça-feira, 9 de março de 2010

Quando Fui Chuva





Quando já não tinha espaço, pequena fui

Onde a vida me cabia apertada

Em um canto qualquer,

acomodei minha dança, os meu traços de chuva

E o que é estar em paz

Pra ser minha sem ser tua

Quando já não procurava mais

Pude enfim nos olhos teus, vestidos d'água,

me atirar tranquila daqui

Lavar os degraus, os sonhos, as calçadas

E, assim, no teu corpo eu fui chuva...

jeito bom de se encontrar!

E, assim, no teu gosto eu fui chuva...

jeito bom de se deicar viver!
Nada do que fui me veste agora

Sou toda gota, que escorre livre pelo rosto

E só sossega quando encontra tua boca
E, mesmo que eu te me perca,

Nunca mais serei aquela que se fez seca

Vendo a vida passar pela janela


[Luis Kiari e Caio Soh ]



segunda-feira, 8 de março de 2010

Pedras no caminho


Há tempos, não vivo de ti,
Hoje vivo de mim!

E aprendendo a viver de mim,
que ironia...
Encontro-me a Ti!

Quantos mistérios... Quantas voltas...
Quantas pedras precisei rancar a duras penas, do caminho.
Vendo as mãos escorrerem em sangue, e o suor, entupir os poros,
De tanta força, d
e tanto esforço,
Para fazer desse caminho, menos duro, mais sereno.

Agora, sem tantos pedregulhos, injustos, mal intencionados,
Podendo olhar a diante, que seja apenas alguns passos à frente,

Ah! Já é tanto...

Pra quem se via em tão grande breu,
Onde os raios de luz não alcançavam,
Onde a leve brisa não tocava.

Breu que tortura, que esconde as possibilidades...
Falta de brisa tamanha, a ponto de sufocar!

Ah, como doe a falta de ar!

Percebo como é belo, esse “novo” caminho que vejo,

não que seja novo... Mas que seja livre!
Livre pra viver,


- Veja!!! Posso respirar, e de longe... bem de longe... posso ver,

numa pequena fresta... um ponto luz.











Já não vivo de ti,
hoje vivo de mim,







E transpostas tantas pedras, vendo e sentindo, a leve brisa me tocar, e a sombra se ascender...











Nossa...


Elas se parecem tanto com você.

sábado, 6 de março de 2010

ups!

Apaixonada!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Ele, desde o Nono


A primeira vista, uma conversa casual, com tema despreocupado... Entretanto nunca esquecido.
Estava lá eu, a imaginar como elaborar uma tarefa, quando sua intromissão incomum, me apeteceu a um raro momento de desprendimento de atenção, introduzindo-me a uma casual conversa, fútil e despretensiosa.



Um rapaz que nunca me aparecera na frente, com um certo ar de quem chegava a pouco tempo, á aquele ambiente de certa maneira hostil.


Na intenção de distrair-me, confesso!
Permiti que um leve e suave flerte percorresse aquele segundos inesperados, o Nono Andar, não teria mais o mesmo significado dali em diante, claro que eu ainda não fazia idéia disso.




A vida seguiu de maneira absolutamente normal, e sem grandes emoções, nem novidades, o fato é que tempos depois... Muito tempo, diga-se de passagem!
De “castigo”, ali sentada estava eu, novamente presa a meu mundo pequeno, de fronteiras intrasponíveis, quando sou interrompida de uma maneira já não desconhecida, com uma questão surpreendente...


Ora, qual a possibilidade de encontrarmos alguém por acaso, que já á viu jogar vídeo game, no alto de seus onze anos, de cabelos despenteados, sentada no chão de sua própria casa? Logicamente, se esse não for um parente próximo, isso nunca aconteceria. No entanto estava eu, ali de fronte a um “ser” nunca antes visto, porem quase intimo...


Desse momento então, a aproximação se tornou algo irremediavelmente impossível de evitar, tantas eram as coisas em comum, e que a cada momento surgiam... Desde o Nono Andar, com as Fotografias, até tantas outras estórias que a cada novo dia, se escreviam em verde e rosa.
Mesmos pensamentos, mesmos desejos, estórias deliciosamente fantásticas de serem lidas...


Ah! Como saber o quanto alguém pode entender e entrar em nossa alma?


Este, Menino, com tantas boas falas, para amparar quando preciso, alegrar sempre! e mesmo sem animo, ele de tantas tardes dividida em verde e rosa, com desprendimento pra muitas vezes apenas ler, e procurar entender, se mostrando “onipresente”, sempre "Marcando seu Território", e deixando com que esse pequeno ser, se imaginasse interessante suficiente para deter sua atenção por tanto tempo.


Como explicar? Como entender?


Algumas pessoas chegam e se estabelecem, e nós assistimos parados, sem saber qual o motivo real de sua estada, de sua presença, tão marcante e ao mesmo tempo tão distante.


O que me resta garantir, é que em todo Andar em que esteja, pode haver uma nova historia a ser escrita, e em cada momento intimo, mesmo os mais banais, podem existir testemunhas.


P/VocÊ^^

quinta-feira, 4 de março de 2010

A Ansiedade




Ai! A Ansiedade...
Deus por que temos que sentir tão vil sentimento?
Ah! Claro, esse é mais um dos acessórios de fabrica, e pior, ele esta incluso mesmo se não o desejarmos. ah... se pudéssemos escolher, certamente não o incluiríamos no P.V “pacote vida” adquirido.
Alias... Inúmeros são esses itens, que facilmente eu excluiria de meu P.V, pois, na maioria das vezes, muito mais problemas e situações incomodas me trazem.
Essa tal Ansiedade esta sento a vilã do momento, tarefa difícil equilibrar, essa estória de ter de não ter, pior ainda... de ainda não ter, com a certeza que terá pouco depois...
Embarcados nesse passaporte sem direito a volta chamado Ansiedade, nos derramamos em bobagens, e atitudes incorretas, imprudentes, Precipitadas...
A propósito... se a Ansiedade é a vilã, a Precipitação é o castigo dos ansiosos, não precisamos nem saber o resultado de atitude alguma, basta saber se foi ou não precipitada, a resposta já está dada, deu “merda” na certa...
Esse é o ponto em que me encontro aquele momento ínfimo e irretornavel...
“Put´s deu Merda”

quarta-feira, 3 de março de 2010

A Implícita Evolução


Darwin foi um exímio conhecedor da evolução das espécies, mas nele podemos encontrar respostas para a evolução Humana? Evolução dos sentimentos? se pensarmos que sim...

Só os fortes sobrevivem!

Oh!! Pobre de nós amantes, apaixonados membros de uma espécie emotiva, sentimental, volúvel, certamente não restam muitos Patéticos no mundo, e esse é o alerta para que salvemos os poucos que restam, existem campanhas para salvar todos os tipos de espécies animais, mas ninguém ainda parou pra analisar que a espécie a ser salva em nosso planeta, claramente é o ser humano, principalmente os que têm como característica básica e fundamental, sentimentos bons, pessoas que agem de coração limpo e livre, que se entregam a sensações e a pequenos momentos “verdadeiros”, e que não se deixam levar por egoísmo e narcisismo.

Oh!! Pobre dos “pobres sentimentais”, que anseiam por boas vibrações e pequenos gestos,Conseguir salvar a si mesmo é tarefa abstrusa onde todos os atos levam-nos a duvidas impares e sem igual, podemos nos perder em nossos sentimentos e nunca mais encontrar o caminho de volta...

Ou

Podemos até encontrar este caminho de volta, mas... o que se perdeu no caminho talvez nunca voltara... aquele sentimento sincero, aquela “inocência” a pureza pra pesar fatos, fatalmente se perdeu...Estes são riscos que corremos e a todo o momento escolhas são feitas, qual ser humano quero me tornar?... Qual ser humano me tornei?

Evoluir sem se render a tantas falsas verdades, e sem se deixar levar por essa enorme turbulência em que vivemos, saindo intactos é talvez impossível, mas salvar seus princípios, principalmente os que mais falam da “Verdade” em nossa espécie é uma briga que não devemos abandonar.Se existe um bom motivo para uma “guerra” é sim! por limpar os corações da humanidade, e resgatar simples e tão nobres sentimentos, como o Amor.

Ou

Tal espécie e característica aos poucos serão extintas, e como vimos em varias espécies animais, tornaram-se apenas uma idéia, tão distante que muitos acreditam não ter sido real, algo tão distante quanto os dinossauros são hoje pra nós, quase uma lenda.E o Amor, jamais deve ser resumido a uma idéia, uma lenda!


[Fada do Sol]

domingo, 28 de fevereiro de 2010

outros ângulos





Depois de tantas chances, tantos fatos, fica difícil parar e ver a vida por outro lado, por outra perspectiva. Deixar o novo invadir sua alma machucada, magoada, pode ser uma guerra insana, mas fique certo que é extremamente necessário, as vezes o novo pode chegar da maneira mais inesperada possível, até mesmo disfarçado de velho, basta ter olhos de ver.
A cada dia descubro que as possibilidades nesse mundo são enumeras e é possível se deparar com uma grande mudança e é possível encontrar o novo no velho, quando o velho se propõe a tornar-se novo.


A cada dia, somos um velho tornando-se novo.
[Fada do Sol]

Quem Nunca Leu? Quem Entendeu?




... “Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.






E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.






Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.






Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.






Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.






Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.






Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.






Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.






Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!" ...





Acredito nessas palavras, nessas idéias...
Acho que entendi.

Esconderijo


Procuro a solidão

Como o ar procura o chão

Como a chuva só desmancha

Pensamento sem razão

Procuro esconderijo

Encontro um novo abrigo

Como a arte do seu jeito

E tudo faz sentido

Calma pra contar nos dedos

Beijo pra ficar aqui

Teto para desabar

Você para construir


[Ana Cañas]




Tem dias que coisas absurdas podem ser feitas, faladas, ou apenas pensada.
Me deparei com a letra dessa musica a um tempo, e fiquei me perguntando, sou louca ou em alguns momentos essas loucas palavras parecem fazer sentido de alguma forma.
As vezes somos tomados de sentimentos estremos, estranhos e por que não dizer...
Insanos!
E ao mesmo tempo tão corretos, intenços e verdadeiros!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A Carta


Escrevo-te estas mal traçadas linhas meu amor

Porque veio a saudade visitar meu coração

Espero que desculpes os meus erros por favor

Nas frases desta carta que é uma prova de afeição.
Talvez tu não a leias mas quem sabe até darás


Resposta imediata me chamando de "Meu Bem"

Porém o que me importa é confessar-te uma vez mais

Não sei amar na vida mais ninguém.
Tanto tempo faz, que li no teu olhar


A vida cor-de-rosa que eu sonhava

E guardo a impressão de que já vi passar

Um ano sem te ver, um ano sem te amar.
Ao me apaixonar por ti não reparei


Que tu tivesses só entusiasmo

E para terminar, amor assinarei

Do sempre, sempre teu...
Tanto tempo faz, que li no teu olhar


A vida cor-de-rosa que eu sonhava

E guardo a impressão de que já vi passar

Um ano sem te ver, um ano sem te amar.
Ao me apaixonar por ti não reparei


Que tu tivesses só entusiasmo

E para terminar, amor assinarei

Do sempre, sempre teu...
Escrevo-te estas mal traçadas linhas


Porque veio a saudade visitar meu coração.
Escrevo-te estas mal traçadas linhas


Porque veio a saudade visitar meu coração.
Escrevo-te estas mal traçadas linhas


Espero que desculpes os meus erros por favor
Meu amor, meu amor...
[Erasmo Carlos]

A Bailarina E O Soldado De Chumbo




De repente toda mágica se acabou


E na nossa casinha apertada


Tá faltando graça e tá sobrando espaço


Tô sobrando num sobrado sem ventilador
Vai dizer que nossas preces não alcançaram o céu?


Coração, que ainda vem me perguntar o que aconteceu


Conta se seu rosto por acaso ainda tem o gosto meu
Com duas conchas nas mãos,


Vem vestida de ouro e poeira


Falando de um jeito maneira


Da lua, da estrela e de um certo mal


Que agora acompanha teu dia


E pra minha poesia é o ponto final


É o ponto em que recomeço,


Recanto e despeço da magia que balança o mundo
Bailarina, soldado de chumbo


Bailarina, soldado de chumbo


Beijo e dor...


Bailarina, soldado de chumbo
Nossa casinha pequena


Parece vazia sem o teu balé


Sem teu café requentado


Soldado de chumbo não fica de pé
Nossa casinha vazia


Parece pequena sem o teu balé


Sem teu café requentado


Soldado de chumbo não fica de pé




[Teatro Magico]


Trocando Alianças


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Controle sem Controle

Queria não precisar me polícia o tempo todo!
Ficar me controlando,
É terrível ter medo de sair do controle, e me deixar levar!
Pelo que sinto,
Por sonhos guardados
Pelos meu desejos mais secretos!

Ter medo de si mesmo é péssimo!
Tenho medo de ceder de alguma maneira e me ver fraca novamente
Tenho medo de VOCÊ!

Nos últimos dias tenho me sentido na risca do meu próprio controle!

A ponto de...

Te ligar
Te desejar
Me apaixonar

Te Amar!

Isso é terrível!

Com calafrios e frissons
Um calor, uma ansiedade!

A cada toque do telefone uma febre!
Mãos geladas, nuca suando...
Isso é ridículo!

O incrível é ficar meses trabalhando em minha mente, dia apos diaque não posso sentir esse tipo de coisa por você.

Ficar o tempo todo trabalhando na minha mente, o quanto você não esta disposto
o quanto não esta disponível,
o quanto de tempo já perdeu,
o quanto não me quer de verdade,
o quanto nunca me amo,
o quanto pode me enganarmentir e me trair,
o quanto pode me machucar, me fazer sofrer,
o quanto não tem conhecimento do que sente de verdade!
o quanto é confuso o quanto ainda me manipula...

e mesmo me repetindo essas coisas o tempo todo, por dias, semanas, meses,
e por que não dizer anos!

Você consegue despertar tais sensações em mim em questão de segundos!
com poucas ou nenhuma palavra.

Não sei como pode, não sei como posso.

Alimenta


Atos Pateticos


Dija & Marcela